Três passos fundamentais para assumir a responsabilidade pelo controle da própria cura

A perspectiva de uma vida caracterizada por limitações, despertou a engenheira civil e escritora Rebeca Virgínia para a necessidade de autoconhecer-se melhor, fazendo com que tomasse as rédeas da gestão de sua própria saúde. Esta experiência, assim como o conhecimento que a levou a esta epifania, estão descritos no livro de sua autoria intitulado Responsabilidade Curativa – como a física Quântica, a Epigenética, a Medicina Holística e as Constelações Familiares podem ajudar você a construir uma vida saudável.

Em 2015, prestes a completar 70 anos de idade, Rebeca, até então plenamente saudável, começou a sentir uma série de sintomas preocupantes. Ao procurar auxílio da medicina foi diagnosticada com algumas doenças que prometiam um futuro não muito promissor do ponto de vista físico. Rebeca lembra que certa vez, após exame clínico, foi liberada pela médica com a seguinte sentença: “A partir de uma determinada idade, rugas, cabelos brancos e artrose, todos teremos”. Conforme a engenharia civil, aquela mensagem reverberou “como o prognóstico de velhice decrépita e como prescrição, pílulas de conformismo e uma agenda comprometida com médicos, exames e remédios”.

Mas ela não pôde aceitar essa sentença. Sempre ciosa de sua saúde, sem vícios, com alimentação saudável e adepta de práticas esportivas, Rebeca passou a desconfiar que seus problemas não eram de ordem física, mas psicossomática. Para confirmar suas suspeitas, foi a procura de informações sobre o tema. “Prontifiquei-me a estudar e pesquisar sobre as questões de saúde diagnosticadas e as alternativas que me levaram, em um primeiro momento, aos estudos de psicologia analítica, da física quântica e do pensamento sistêmico”, relata. Além disso, Rebeca descobriu o poder curativo da nova medicina germânica, da constelação familiar, de terapias energéticas e da meditação.

De acordo com a escritora, a partir de então passou a se dedicar literalmente de corpo e alma à saúde, à expansão da consciência e à espiritualidade, assumindo a responsabilidade pelo controle da própria cura. A engenheira civil destaca que para isso, contudo, foram necessários alguns passos.

O primeiro passo: reconectar-se com seu eu

O que só foi permitido através das experiências vividas e dos conhecimentos adquiridos em seus estudos e pesquisas. “Estar conectada com meu eu foi a chave que permitiu o acesso a informações que precisava aprender para perceber o meu potencial, confiar em mim mesmo e assumir o controle da minha própria vida”, afirma.

O segundo passo foi investigar e inventariar seus talentos, identificar suas competências e capacidades, tornando-se apta a buscar novos conhecimento para ressignificar suas fraquezas.

“A minha formação acadêmica é em engenharia civil e minha experiência profissional mais relevante é em gestão de empresas e de projetos. Para entender sobre a gestão de mim mesma, eu precisaria conhecer outros temas relacionados com o ser humano”, diz.

O terceiro e último passo foi buscar conhecer seu propósito; sua missão nesta existência.

 A escritora explica que ao tomar ciência de quem é verdadeiramente, descobriu todo o seu potencial e assumiu assim a específica e indelegável gestão necessária para que realizasse ações e obtivesse sucesso. “Com o propósito definido, passei a exercer as funções e habilidades requeridas para que pudesse experimentar a vida consciente e holisticamente plena”, afirma

A partir dos conhecimentos adquiridos através da física quântica, da psicologia analítica e do pensamento sistêmico, buscando tratamentos também em terapias energéticas, como yoga, reiki e acupuntura, praticando meditação de maneira regular e tomando consciência da grande influência do pensamento sobre o corpo, Rebeca assumiu de forma competente a gestão de sua própria saúde. “Não me submeti a cirurgias para implantação de próteses (como fora solicitado devido ao diagnóstico de artrose), não tomo antibióticos, nem anti-inflamatórios há mais de dez anos e não faço uso de ansiolíticos ou soníferos há 15 anos”, relata.

Aos que estão curiosos, Rebeca vai muito bem de saúde. Atualmente, aos 75 anos de idade, tem o peso dentro dos padrões de sua idade e apresenta apenas um pequeno problema de tireoide, que a faz tomar um pequeno comprimido todos os dias ao levantar-se. Além disso, a qualquer hora durante o dia, pinga em sua língua um remédio de homeopatia, que é um medicamento preventivo pessoal, que abrange o complexo psico-orgânico, aumentando sua imunidade. Para cuidar de sua saúde física, faz caminhadas sob o sol da manhã, exercícios leves com equipamentos da academia e pratica yoga. Como prática alimentar, adota uma dieta vegetariana.

Devido aos benefícios que sentiu ao aderir aos preceitos de uma medicina holística, Rebeca resolveu escrever o livro Responsabilidade curativa, a fim de “despertar em outras pessoas suas autonomias auto curativas e mostrar que é fundamental se capacitar para ter o controle do seu processo de cura, de expansão da consciência e do exercício da espiritualidade”.

Por fim, a escritora dá um aviso, dizendo que tomar as rédeas da gestão da própria saúde não é abdicar de qualquer tipo de auxílio, inclusive a oferecida pela medicina convencional. “Não estou dizendo que é preciso ingressar nessa jornada sozinho, mas, ao assumir o comando, você saberá pedir e receber ajuda. Isso é diferente de se tornar refém da ajuda alheia”, afirma.

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